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18/08/2010

Esforço coletivo a favor do Rio Maquiné

É tarefa delicada intervir na dinâmica de um rio como o Maquiné para recuperar danos ambientais que hoje prejudicam sua condição natural de curso e afetam moradores da região com destruidoras enxurradas. Mais ainda quando há a limitacão de escolher, ao longo dos seus 50 km, a extenção de 2,5 km entre vários trechos com evidências de degradação.

Localizada entre a escarpa do Planalto [Serra Geral] e o Oceano Atlântico, a Bacia Hidrográfica do Tramandaí, da qual faz parte o rio Maquiné, é um ecossistema complexo, caracterizado por especialistas como de risco permanente a atividades humanas devido à sua morfologia e potencial energético. Possui mais de 100 nascentes e 422km2; tem abrupta diferença de altimetria em sua vertente, em torno de 800m; média no volume de chuvas anuais em torno de 2.000 mm e capacidade expressiva de transportar água e material, com intensos movimentos de massa nesse processo. Por isso, constrói extensas planícies de sedimentos que são, há décadas, intensamente exploradas para o uso agrícola - a do Vale do Maquiné é uma delas.

 

Através do patrocínio do Programa Petrobras Ambiental, a ONG Anama fará medidas corretivas em 25 pontos do leito e das margens do rio, numa extensão contínua de 2.500 metros entre as localidades da Linha Fagundes e Ponte Alta, em que predominam lavouras de planície aluvial, carentes de mata ciliar e vegetação nativa, algumas partes com barrancas e solos erodidos. Houve, no geral, repercussão positiva à aprovação do projeto, mas surgiram dúvidas e questionamentos entre os proprietários das terras incluídas e demais agricultores de Maquiné.

 

Por que escolheram esse trecho específico e não outros que estão piores? E se, ao melhorar o fluxo do trecho contínuo escolhido, isso prejudicar mais as áreas críticas abaixo [à jusante]? Com que largura se dará o reflorestamento da mata ciliar? Há estudos e licenças aprovados? Fixar as margens degradadas com deslocamento dos depósitos de seixos acumulados no leito não é uma medida paliativa e arriscada a ceder numa próxima enxurrada? Não seria melhor canalizar o rio para se ter resultados mais concretos? O que será feito com o seixo excedente não utilizado?

 

Para esclarecer a população sobre detalhes das etapas de execução, dos objetivos do projeto e buscar apoio das diversas representações sociais para potencializar os recursos que serão investidos pela Petrobras, foi organizado o Seminário Municipal de Recuperação de Áreas Degradadas, no dia 23 de junho, no Salão Paroquial do município. Na página ao lado, um apanhado das principais informações que estiveram em discussão.

 

 

Editado por Coletivo Catarse

 

 

 

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