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19/02/2018

 

Tem início monitoramento da qualidade da água da Bacia do Tramandaí

Projeto Taramandahy – Fase III faz a coleta e a análise da água em 14 pontos

Imagem aéra do centro de Tramandaí, com a Laguna Tramandaí ao fundo. De Dilton de Castro

No mês de fevereiro iniciou-se as primeiras coletas da água da Bacia do rio Tramandaí, para fins de monitoramento da sua qualidade. São 14 pontos definidos pelo Projeto Taramandahy – Fase III, em parceria com o Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e com o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí (CGBHT).

 

A ação visa à caracterização da qualidade ambiental da Bacia, através da análise e interpretação do estado da água e do mapeamento dos pontos críticos de impacto ambiental sobre as lagoas costeiras, identificando locais de lançamento de esgoto, usos turísticos, irrigação, pesca, entre outros usos da água. O Projeto Taramandahy – Fase III é realizado pela Anama e patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental e Governo Federal.

 

Nos próximos dois anos, serão realizadas coletas a cada quatro meses em 14 pontos, os quais foram determinados junto ao Comitê (CGBHT), devido à sua importância em colaborar com o diagnóstico da fase C do Plano de Bacia. Os pontos estão localizados na sub-bacia Norte: nos rios Três Forquilhas e Maquiné (cabeceiras e foz) e nas lagoas da Itapeva, dos Quadros, do Caconde e do Passo. No estuário serão coletadas amostras na Laguna Tramandaí e na sub-bacia Sul: nas lagoas do Gentil, da Fortaleza, da Rondinha, da Porteira e do Bacopari.

 

O monitoramento deve ainda complementar o mapeamento realizado na Fase II do Projeto, que classificou os usos da terra e cobertura vegetal através de geoprocessamento e imagem de satélite. As análises deste período (2014-2015) mostraram que em três nichos – água, sedimentos e pescado - a Bacia tem concentração de metais pesados. E nos rios Três Forquilhas e Maquiné foi detectada a presença de coliformes totais (Escherichia coli) em níveis muito acima do que as portarias limitam para o abastecimento, lazer ou pesca. Segundo a química Cacinele Rocha, na época responsável técnica do Ceclimar pelo monitoramento; “o alto índice de coliformes totais está vinculado ao esgoto doméstico, aos criadouros de animais em beiras do rio e na incidência de restos de animais mortos dentro dos mesmos. E os níveis de Nitrogênio (N) e Fósforo (P) são muito altos devido ao uso de fertilizantes nas lavouras de hortaliças, bem como a queima de áreas de plantio na região da Serra”.

 

Veja a matéria clicando aqui. Estes resultados também estão no livro, “Qualidade das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí” (2016) publicação do Projeto Tarmandahy – Fase II, disponível em PDF no site da Anama na aba Pesquisas e Publicações.

 

 

Imagem de técnico fazendo amostragem de clorofila da água. De Cacinele Rocha.

 


 

 

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